
É UMA INACREDITÁVEL CENA, TODOS OS ANOS POR ESTA ALTURA QUANDO SE PUBLICAM AS LISTAS DE COLOCAÇÃO DE PROFESSORES E SE CONFIRMAM SEMPRE OS NÚMEROS EXCESSIVOS DE DOCENTES QUE FICAM SEM OCUPAÇÃO E COM AS SUAS VIDAS ADIADAS! O QUE FAZER ENTÃO?
Em Portugal nascem cada vez menos crianças, a taxa de natalidade é baixíssima, o envelhecimento demográfico um verdadeiro problema. A nível do Ensino existem professores a mais e crianças a menos, parecendo ser mais preocupante o excedente de professores do que o deficit de crianças. Os números, variam de dez mil professores saídos nos últimos dois anos, a treze mil que estavam no activo no ano passado e hoje se encontram desempregados, mais quarenta e cinco mil que não conseguiram lugar numa escola.·Cada abertura do ano escolar contempla, quase sempre, um confronto político-corporativo entre os sindicatos e o titular da pasta.Compreende-se a frustração de todos os que tendo investido na própria formação, se viram afastados de poder exercer o seu magistério. Um país aos solavancos, políticas casuísticas e indefinição impedem a estabilidade mínima a que cada um tem direito, para poder formar as suas decisões e orientar as suas escolhas. Mas as únicas medidas futuras para evitar o desemprego dos professores, ao contrário do que pensam os sindicatos, são as que no seu conjunto constituam uma verdadeira política de incentivo à natalidade e apoio à mulher e à família. Algo que nenhum governo fez, convictamente, até hoje, não obstante o nosso evidente envelhecimento demográfico e as suas trágicas consequências no desenvolvimento do país, no crescimento económico, na sustentabilidade financeira dos sistemas sociais, etc....
E também todos aqueles que actualmente se formam nas nossas universidades tendo como objectivo estas áreas, deverão pensar sériamente no seu futuro, porque será inevitável uma mudança radical!Assim o mostram os nossos dias e o mercado de trabalho!
Em Portugal nascem cada vez menos crianças, a taxa de natalidade é baixíssima, o envelhecimento demográfico um verdadeiro problema. A nível do Ensino existem professores a mais e crianças a menos, parecendo ser mais preocupante o excedente de professores do que o deficit de crianças. Os números, variam de dez mil professores saídos nos últimos dois anos, a treze mil que estavam no activo no ano passado e hoje se encontram desempregados, mais quarenta e cinco mil que não conseguiram lugar numa escola.·Cada abertura do ano escolar contempla, quase sempre, um confronto político-corporativo entre os sindicatos e o titular da pasta.Compreende-se a frustração de todos os que tendo investido na própria formação, se viram afastados de poder exercer o seu magistério. Um país aos solavancos, políticas casuísticas e indefinição impedem a estabilidade mínima a que cada um tem direito, para poder formar as suas decisões e orientar as suas escolhas. Mas as únicas medidas futuras para evitar o desemprego dos professores, ao contrário do que pensam os sindicatos, são as que no seu conjunto constituam uma verdadeira política de incentivo à natalidade e apoio à mulher e à família. Algo que nenhum governo fez, convictamente, até hoje, não obstante o nosso evidente envelhecimento demográfico e as suas trágicas consequências no desenvolvimento do país, no crescimento económico, na sustentabilidade financeira dos sistemas sociais, etc....
E também todos aqueles que actualmente se formam nas nossas universidades tendo como objectivo estas áreas, deverão pensar sériamente no seu futuro, porque será inevitável uma mudança radical!Assim o mostram os nossos dias e o mercado de trabalho!















