

Ele tentava “ajudar-me a desarrumar o meu carro! O espaço disponível para o efeito não era muito generoso e eu tive de fazer alguns movimentos repetidos…ele postado á frente do carro a “descomandar” a manobra e e eu calmamente fazendo-lhe sinais para que saísse da frente. Apenas mais um pormenor: estava perdido de bêbado , “rapaz aí para uns 40 anitos…Devagarinho lá lhe ia encostando a carro para que ele se movesse das imediações do carro e após ter estacionado a minha máquina olhei para ele e pensei em duas hipóteses: ignorá-lo olimpicamente e ir á minha vida, arriscando-me a que a sua bebedeira lhe desse para a tolice, perante uma recusa da moeda (neste caso para vinho, como pude constatar numa taberna por ali perto), ou tivesse que entrar num esquema de agradecimentos pela “virtuosa" missão de cuidar das nossas máquinas! Fui um pouco racional(contra a minha vontade) e calmamente tornei a ligar a ignição e saí do lugar e fui para um outro bem afastado do “desarrumador”…depois passei por perto do mesmo lugar(ainda disponível) e deitando um olhar mais abrangente, lá estava o dito, junto á porta da taberna, talvez para completar o “tratamento”…
É curioso como esta espécie de “profissão” ainda resiste criada como sempre pelos nossos brandos costumes! Somos mesmo um povo com bom coração! E a nossa polícia pouco tolerante para umas coisas, para estas, olha e sorri… cândidamente…é a vida!
É curioso como esta espécie de “profissão” ainda resiste criada como sempre pelos nossos brandos costumes! Somos mesmo um povo com bom coração! E a nossa polícia pouco tolerante para umas coisas, para estas, olha e sorri… cândidamente…é a vida!





























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