Thursday, May 09, 2013
Saturday, April 27, 2013
OS NOSSOS AFECTOS…
Indissociáveis, são os afetos de todas as nossas relações humanas
com outros e connosco próprios. Faço esta reflexão porque hoje de modo quase casual
a minha mulher me disse que um nosso Amigo comum, tinha falecido após uma prolongada
doença daquelas rotuladas como impossíveis de debater e vencer.
Nas nossas rotinas diárias quanto mais se prolongam no
tempo, mais se esbatem para nós essas inevitabilidades e quando a notícia chega
abrupta, sentimo-nos mal, emocionados, despertos de novo para uma realidade que
já há muito sabemos, mas que quase instintivamente relevamos…
Mas que em contraponto nos motiva a realinhar possíveis
desvios nas nossas vidas e valorar ainda mais os nossos relacionamentos, dos
nossos Amigos e Família, para que pelo menos usufruamos dessas cumplicidades afetivas,
que só nos podem fazer bem, ainda que nos obriguem a enfrentar e resolver os
problemas e diferenças de pensamentos e ação e nos defendam melhor do impacto
que as más novas em nós exercem! Não sentirmos nestes momentos, que poderíamos
ter feito muito mais e evitarmos sensações ou sentimentos de culpa.
Por todas estas razões, usemos estas nossas redes e laços afetivos
com a maior intensidade possível, porque é o nosso melhor e maior desafio, dia a pós dia…
Eliminarmos o trivial ou acessório e favorecermos o
fundamental! Pensem nisto!
Wednesday, April 24, 2013
25 DE ABRIL...1974
Hoje ao acompanhar a minha neta da Escola na hora de almoço, ele lembra-me que amanhã dia 25 de Abril era feriado e por isso não havia aulas. De imediato quade sem pensar, perguntei-lhe o que siginificava para ela o dia 25 de Abril, ela respondeu-me desta forma singela e sintética: "É o Dia da Liberdade"!
Então eu aproveitei, enquanto caminhávamos, para aicionar alguns detalhes mais, que lhe servirão para que entenda com mais facilidade o conteúdo desta data. Acho que percebeu.
Mas o facto quase indesmentível, é a crescente indiferença e desconhecimento sobre as motivações históricas que levaram a que em 25 de Abril de 1974, um Regime Ditatorial, Opressivo, desligado da realidade daquele tempo, dos Ventos que perpassavam pelo mundo Ocidental e Democrático, a ânsia de libertação dos Colonizados, pelos Colonizadores, em especial no continente Africano, e que pela sua teimosia em iniciar um processo atempado e mais inteligente, causou depois nos anos seguintes a 1974, prejuízos e sofrimentos incalculaveis a todos aqueles que por serem Portugueses Africanos, se recusaram a abndonar as suas terras, os seus projectos de vida que a maioria gente de bem, implementou durante décadas nas ditas Provincias Ultramarinas Portuguesas...
Nesse dia 25 de Abril de 1974, eu estava em Angola, envolvido na dita Guerra Colonial, mas já tendo bem presente, que uma solução política seria a única e ideal solução para todos. Pena que o regime do Estado Novo o não o tenha entendido atempadamente.
Por estas e muitas mais razões, o 25 de Abril de 1974, simbolizou o Dia da Liberdade, sem dúvida, mas não devemos nunca esquecer o alto preço que todos os portugueses e povos que viviam nos nossos territórios coloniais, pagaram por essa Liberdade!
É bom que a nossa classe Política pense nisso, que mantenha bem despertos e motivados todos os cidadãos para o que é viver em Liberdade e Democracia com Direitos e Deveres iguais para todos, sejam pobres ou ricos...
Monday, April 22, 2013
A CORRIDA DESENFREADA E OBSSESSIVA AOS MANDATOS DE PRESIDENTES DE CÂMARA EM PORTUGAL…
A CORRIDA DESENFREADA E OBSSESSIVA AOS MANDATOS DE
PRESIDENTES DE CÂMARA EM PORTUGAL…
(…)Deliberação
da CNE:
Os presidentes dos órgãos executivos das
autarquias locais que concluíram o número de mandatos permitidos nos termos do
nº 1 do artigo 1º da Lei n.º 46/2005, de 29 de agosto, não podem, no período do mandato seguinte, assumir
aquelas funções por via de substituição do titular cessante. Podendo,
porventura, constar de uma lista de candidatura, ainda assim não podem assumir
funções se, no decurso do mandato, forem convocados para preencher a vaga de
presidente de câmara ou de presidente da junta.
Quanto à verificação do requisito da
elegibilidade dos candidatos, esta é realizada em sede de análise das
candidaturas aos órgãos autárquicos, através de decisão do juiz do tribunal de
comarca competente, nos termos do nº 1 do artigo 26º da Lei Eleitoral dos
Órgãos das Autarquias Locais - Lei Orgânica nº 1/2001, de 14 de agosto, com
possibilidade de recurso para o Tribunal Constitucional.
Desenrolam-se autênticas corridas Fórmula 1 com os nossos
“dinossauros” da política autárquica portuguesa, para continuarem na sua
“nobre” missão democrática de governarem os nossos destinos autárquicos, seja
em que terra for! De preferência em grandes centros urbanos, porque dá
vantagens mediáticas, mordomias e com este gesto passam um atestado de
incapacidade a outros cidadãos que bem poderiam em renovação, cumprir as
tarefas que estão cometidas nestas funções!
Mas não, eles os “dinossauros” que pelos visto não estão em risco
de extinção, mexem as suas sua longas caudas autárquicas, em direção a qualquer
autarquia e apregoam a sua insubstituível ação nos destinos dos infelizes
cidadãos atarantados com esta possibilidade de haver seres insubstituíveis! Eu pensava
que os cemitérios estavam cheios destas figuras, mas pelos vistos, este meu convencimento
carece de fundamento!
É vergonhosa esta corrida destes cavalheiros que não dão a
oportunidade a outros que possam com ideias diferentes arejadas e atualizadas,
continuar as suas lindas obras! E recorrem a tudo o que a letra da lei e a sua
leitura às vezes enviesada, com os melhores leitores do reino da advocacia a
descobrirem caminhos (im) possíveis para que se deia a volta às deliberações já
em forma de Lei da Limitação de Mandatos!
Porque não regressam estes prestimosos agentes do serviço público,
às suas vidas que outrora tinham? Será que eram assim tão medíocres as suas
atividades, para não quererem nelas retomar os seus caminhos da Cidadania?
Parece que sim! E para cúmulo é vulgar ouvi-los dizer que perdem dinheiros
nesta serventia da causa pública! Então porque não largam os “tachos”?
Espero bem que esta lei, funcione mesmo e impeça os nobres
“dinossauros” de continuarem a pregar a mesma política pelos tempos fora!
Thursday, April 04, 2013
O PROGRAMA RELVAS, OU O IMPULSO JOVEM A MURRO OU BOFETADA…
É tragicómica a ideia do inefável ministro Relvas, para
promover um programa denominado “Impulso Jovem”, dando á saciedade e á
Sociedade o rosto e presença de um jovem bracarense de seu nome Miguel Gonçalves.
Retirada a sua ideia de um vídeo no site do Youtube
(gabo-lhe o hábito), das potencialidades e originalidade do Miguel, (não o
Relvas, mas o Gonçalves) apresentou-o em sessão pública como a imagem ideal
para o Empreendedorismo (neste caso Jovem). Este Miguel (o Gonçalves), não se
fez rogado e pimba vai de ilustrar o seu estilo de como se ganha o dinheiro, ou
seja, com muita vontade e empenho, a vender pipocas, a murro ou bofetada se
necessário, para convencer os mais céticos e colocando a fasquia a partir de
100 euros, nas pipocas e por aí acima.
Eu até entendo o entusiasmo do jovem Miguel (o Gonçalves)
pois deram-lhe uma palco grátis e mediático. O que não entendo é esta
continuada maneira do Miguel (o Relvas), ao mostrar serviço para a Nação
Portuguesa! São pretextos, atrás de pretextos para os seus opositores políticos
se rirem, o atacarem, ficando a sua imagem muito abalada tendo em conta o seu
estatuto no Governo do PM Pedro Passos Coelho.
Já nem falo da sua formação académica feita ao estilo do Miguel)
o Gonçalves) ou seja, rápida, eficiente e proveitosa, perante a legislação
existente e legal!
Falo do seu estilo truculento, desafiador, que não fica bem,
nem acalma os ânimos dos portugueses, em especial do “Tugas”, que estão a
sentir bem na pele toda esta austeridade que o Governo do qual o Miguel (o
Relvas), faz parte.
Retirando o conteúdo do que temos de ser mais ativos e
dinâmicos na procura de bons projetos para as nossas vidas, mais nada se revela
de positivo nesta iniciativa governamental!
Deiam-nos Srs. Ministros o exemplo, a vontade de fazerem
mesmo uma governação honesta e profícua, acabando de vez com os “tubarões”, que
continuam a sugar os recursos nacionais, (banca, PPS, Economia Paralela)
acelerar a aplicação da Justiça e dos Tribunais, tornando-a mais célere e justa!
E aí sim, nós Tugas, podemos ter condições para mostrar o que valemos. Pense
nisto Sr. Miguel (o Relvas).
PS. É CURIOSO: EU ESCREVI ESTE TEXTO, HOJE DE MANHA, PORTANTO ANTES
DE A BOMBA NOTICIOSA DO DIA TER CAÍDO DURANTE A TARDE; A DEMISSÃO DO SNR MIGUEL
(O RELVAS), O MINISTRO DE PPC.
EU NÃO TENHO DOM DA ADIVINHAÇÃO, NEM VONTADE QUE ISTO ACONTECESSE,
MAS O QUE É VERDADE É QUE ACONTECEU E ASSIM FICA MAIS JUSTIFICADO O DESENLACE E
SE CALHAR RESOLVIDO UM DOS PROBLEMAS DO GOVERNO! AMANHÃ IRÁ HAVER MAIS, APÓS A
COMUNICAÇÃO DO TC, SOBRE O OE 2013! A VER VAMOS!
Sunday, March 31, 2013
REFLEXÕES PASCAIS…
As festas
tradicionais servem para aferir os comportamentos que cada sociedade
desenvolve nas mais variadas vertentes, neste caso incidindo sobre os valores religiosos ou de religiosidade que de serem Cristãos implicam, na figura
de Jesus e o Seu exemplo para todos nós.
Os tempos não estão de feição na Europa, continente que baliza quase sempre o modelo ideal de Desenvolvimento e Liberdades Individuais,
faz com que os outros Continentes se surpreenda com esta continuada crise
económica e ao mesmo tempo se aproveitem dela para aumentar os seus ciclos
produtivos, melhorando o bem-estar dos seus povos em contraponto com ao cada
vez mais esvaziamento de uma Europa da produção em série.
Os níveis de desemprego assustadores, a obsessão pelo
controlo dos défices na Eurolândia, sem cuidar de que tem de haver
Investimento, estão a criar um sentimento de revolta um pouco por toda a zona
euro.
Esta quadra está por isso, indicada para uma pausa reflexiva
e dar tempo para que os governos europeus pensem bem no que vão fazer nos
tempos mais próximos. Queremos Desenvolvimento sustentado e melhoria dos níveis
de vida das populações, ou queremos menos Desenvolvimento, Estagnação, retirada de benesses sociais e o regresso ao passado,
aos níveis do seculo passado no Pós
segunda Guerra Mundial?
Reflitam bem Srs. Políticos
porque o que virá não vai ser bom se alinhados por esta segunda via que agora
referi. Não podemos regredir, o que podemos e devemos é retificar os desvios e
desmandos de um sector financeiro, quase selvagem que governa apenas para os
números e não para as Pessoas.
Vejam o que se passa
em Portugal, por exemplo: Um ex-Primeiro
Ministro que vindo de um retiro filosófico de dois anos, se atreve a
repetir com mais ou menos desfaçatez até á exaustão, a mesma lengalenga que
contribuiu para nos tornar um país devedor, gastador, indefeso perante os mais
fortes.
Não esperemos portanto da classe politica grandes ideias. A
nossa cidadania é que tem de ser
mais assertiva, responsável, fazendo a verdadeira diferença e dispensando
filosofia e ou narrativas…
Thursday, March 21, 2013
CANTANDO NO DIA DA FELICIDADE...
A ONU, decretou o dia 20 de Março como o Dia da Felicidade. Fazendo juz ao decreto, aqui vai a minha contribuição!
Façam então o favor de serem felizes!
A Vida não é só a luta diária pela sobrevivência...nunca esqueçam os afectos!
Façam então o favor de serem felizes!
A Vida não é só a luta diária pela sobrevivência...nunca esqueçam os afectos!
Tuesday, March 19, 2013
QUEM ASSIM FALA NÃO É GAGO..
Leiam este extracto das palavras proferidas por Belmiro de Azevedo, ontem no Clube dos Pensadores em Gaia: (...)Belmiro de Azevedo considera que sem mão-de-obra barata "não há emprego para ninguém" e sublinha que não percebe quando dizem que não se deve ter uma economia baseada em trabalho de custo reduzido.
"A economia só pode pagar salários que tenham uma certa ligação com a produtividade" disse ontem o gestor dando, como exemplo, o sector agrícola.
"Diz-se que não se devem ter economias baseadas em mão-de-obra barata. Não sei por que não. Porque se não for a mão-de-obra barata, não há emprego para ninguém", declarou Belmiro de Azevedo durante o sétimo aniversário do Clube dos Pensadores, em Vila Nova de Gaia. (...).
Claro que Belmiro de Azevedo tem toda a razão: Em termos de Competitividade, os Salários devem estar em niveis que possam atrair Investimento, Nacional ou Estrangeiro. O problema e que el se "esqueceu" de citar é o nivel salarial dos Quadros ditos Superiores, que nas Empresas Públicas e Privadas usufruem de modo quase escandaloso!
Porque não fala ele desta classe de Rendimentos? Sabemos todos que temos de premiar o Mérito daqueles Trabalhadores que se empenham em favor das Empresas, mas os desniveis salariais que existem nos lugares de topo são quase "pornográficos"! Mesmo atendendo ás competências que têm de ser compensadas.
Porque não então reduzir estes, permitindo atenuar o efeito da massa salarial na competitividade nas Empresas? Porque não falar dos casos de Catroga e Cª, que são um insulto á nossa inteligência e sensibilidade?
Incomoda, como num Clube dos Pensadores figuras como Belmiro se permitam falar, falar, e não serem contestados, recebendo os aplausos daqueles que estão da dependencia dos tais niveis salariais escandalosos! No mínimo revela uma ausência de solidariedade, para todos aqueles que desempenhando as suas funçoes com zelo, se vêm espoliados do seu posto de trabalho, fruto da dita conjuntura económica e passam grandes carências, para sustentarem as suas Familias, levando muitas vezes a actos iniquos e descontrolados!
É triste ver este espectáculo mediático, em figuras que muito deram ao País, e á sua Economia, mas que um pouco mais de cuidado no que dizem, seria bem vindo, para não ferir a sensibilidade, nestes dias amargos para muitos Portugueses que não contribuiram em nada para a dita Crise!
Porque para os outros aqueles que criminosamente delapidaram recursos que não eram seus, para esses a Justiça tarda e de que maneira se revela ineficaz e lentíssima...!
Sunday, March 10, 2013
DESLIGADOS DA REALIDADE… PORTUGUESA!
Muito se tem falado,
nos últimos tempos, sobre declarações dos mais variados quadrantes
sociopolíticos, de personalidades que demonstram alguma falta de sensibilidade
e perceção do que é ser e viver português nestes tempos…
Um banqueiro (Ulrich)
diz que se os sem-abrigo resistem, nós, os que não são sem-abrigo, (deduzo),
têm também de aguentar; Outro banqueiro,
(João Salgueiro), afirma que deveríamos colocar os desempregados a limpar
as matas deste nosso País, para assim ocuparem as suas mentes angustiadas com
o espectro do desemprego e ficarem assim mais motivados para a procura ativa do
dito emprego, (ou será trabalho?).
Outro nome ligado á
Banca, diz-se muito indignado por lhe terem retirado parte substancial da
sua (milionária) reforma, ou Pensão, criando com muito vigor, um pretenso
Movimento Nacional de Indignados vítimas deste confisco do Governo de Passos
Coelho e do Gasparzinho.
Ainda o nosso Primeiro-ministro,
afirma também, que nós portugueses, têm mostrado muita resiliência no confronto quase diário com as medidas que o Governo
a que preside, vai decretando para todas as direções e gostos!
Eu aposto que a maioria não percebe o significado desta
palavra “Resiliência”! Mas falam
assim como se esta dita palavra fosse há muito treinada e repetida nas nossas
discussões diárias! Fico contente que o nosso PM acredite nesta nossa sapiência
escrita e falada! Sempre é um voto de confiança no conhecimento e competências
linguísticas!
Mas o que eu pressinto, é que todas estas individualidades
falam, falam, mas nunca passaram por apertos e as angustias que fazem de um
número muito significativo de famílias portuguesas, um (mau) hábito vivencial!
Assim é fácil pedir aos outros paciência e espírito de sacrifício quando eles
ao mais pequeno “toque” nas suas benesses, arrebitam logo as orelhas e criam
movimentos para tudo e mais alguma coisa!
Para mim, falta muito espírito solidário, destas classes que
sempre se habituaram a pregar mas a não praticar! Assim é fácil apregoar e
pedir sacrifícios aos outros, não é verdade?
PS: RESILIÊNCIA: “o
contrário de fragilidade; capacidade de resistência de um material ao choque, a
qual é medida pela energia necessária para produzir a fratura de um provete do
material com dimensões determinadas, energia potencial acumulada por unidade de
volume de uma substancia elástica, quando deformada elasticamente;” .Dicionário
da Língua Portuguesa da Porto Editora.
Em Psicologia,
podemos definir Resiliência como, uma
combinação de fatores que propiciam ao ser humano condições para enfrentar e superar
problemas e adversidades.
FÁCIL, NÃO É?
Tuesday, March 05, 2013
O SISTEMA…
O mundo enviesado do futebol, como na política, etc., etc…
As Modas aparecem e
desaparecem, em função das épocas que vamos vivendo, e conforme for dando
jeito, ou seja, nestes últimos dias, por força das eleições no Sporting Clube
de Portugal, temos assistido às mais alienantes e intrigantes declarações dos
candidatos ao lugar da Presidência do Clube de Alvalade, (ainda é um bom
desafio, ser-se presidente de um clube de futebol?), e na voz de um dos
candidatos de seu nome Severino. Esta palavra mágica, (sistema), inventada por
Dias da Cunha, serve sempre para esconder situações menos simpáticas aos
adeptos, como seja, gestão financeira deficiente, recursos humanos e atletas
mal escolhidos e contratados, resultados desportivos muito abaixo do desejado,
enfim nada que não seja novidade para todos aqueles que como eu sabem como se
joga o futebol nos campos.
Agora na corrida á
presidência e vê-los prometerem mundos e fundos, vitórias aqui e ali, na mira
do votos dos adeptos leoninos.
Mas há um que se
”destaca” pela sua mensagem: o mencionado Carlos Severino, que ressuscita o
termo “Sistema” e a palavra “infiltrado”, para tentar convencer os mais
desatentos de que ele é que é o maior, o que vai combater os moinhos de vento
do futebol nacional, o D. Quixote leonino…
Não é por isso
surpreendente que no passado domingo em Alvalade outro “cromo” de seu nome
Paulo Duarte, que no camarote presidencial, tanto “melgou” o presidente do
Porto, Pinto da Costa, que este viu-se obrigado a responder á descortesia,
gerando-se logo ali, uma confusão desnecessária. Tudo no sentido de desviar as
atenções do desempenho da equipa no relvado!
São estes comportamentos
que me revelam que ser do Porto, (Clube) é cada vez mais um desafio ao
“capitalistas” da Capital, que não se conformam em serem vencidos
desportivamente pelos Dragões! E por incrível que pareça, fazem o jogo dos
“Lampiões”, quer numa maré mais ou menos positiva, já vão sonhando com o prémio
no final de época…
Por tudo isto a palavra
mágica dos “loosers” perdedores em bom português, reanimam á cautela a palavra
Sistema! É deixá-los pousar!
Sunday, March 03, 2013
Sunday, February 24, 2013
AS REDES SOCIAIS...SÉCULO XXI.
R (encontros) …
Tenho para mim como convicção de que as Redes Sociais, têm pelo menos uma virtude: combatem o Isolamento e Solidão daquelas pessoas que por variadas razões não conseguem interagir com outras pessoas no seu dia-a-dia. A tentativa e gesto da procura com outras pessoas, particularmente com Amigos e conhecidos, onde se partilham ideias e emoções, opiniões, enfim uma variado leque de opções sempre no sentido da comunicação por oposição ao isolamento, ganhando na maioria dos casos com esta interação social créditos e satisfação pessoais. Embora em plena era das TIC, (tecnologias de informação e comunicação), é surpreendente que as fronteiras entre o Isolamentos e a Comunicação) seja muito ténue, sempre que mal usadas ou direcionadas. Inclusive está comprovado que a agilização mental tal com a física, é fundamental apara mantermos em níveis satisfatórios a nossa auto estima pessoal independentemente das idades. Numa outra vertente dos excessos que um mau uso destes meios comunicacionais. Não deixa de ser preocupante, quase aterrador que jovens se fechem nos seus quartos, passando horas, sozinhos, completamente ausentes de quem os rodeia em especial os familiares próximos. Esta situação vale também para os de mais idade que não querem privar com os seus conhecidos ou familiares, ou porque moram em locais isolados, inacessíveis ou por vontade própria, mas com as consequências que se conhecem e a que ocorrem sempre ou quase sempre de forma negativa.
Ainda nas grandes cidades e meio urbanos estas situações também se passam. Por todas estas razões é que afirmo que um bom uso das redes sociais, pode atenuar o isolamento e a falta de interação das pessoas. Sempre com os cuidados que devemos ter nos contactos humanos. Se assim procedermos termino como comecei: As Redes Sociais, bem usadas podem beneficiar na sua maioria os utentes, para compensar défices de comunicação e aprendizagem, no que vai acontecendo no nosso Mundo.
E mantem-nos despertos nos raciocínios e saúde mental por mais tempo. Saibamos então aproveitá-las e rentabilizá-las!
Wednesday, February 20, 2013
Sunday, February 03, 2013
AS REUNIÕES DE CONDOMÍNIO, ANO 2013…
Nestes múltiplos cenários e dos tempos de crise financeira,
as reuniões de condomínios estão a transformar-se cada vez mais em autênticos
cenários de tortura psicológica de todos aqueles que ainda têm a vontade e o zelo
de lutar pela sua habitação em condições dignas e assumir os seus compromissos,
para que o coletivo se sobreponha sempre ao interesse individual, porque todos
os que o não desejem tem a solução fácil, compram uma casa rodeada de muros e
aí então podem administrar e gerir á sua vontade sem pedir a opinião a ninguém,
mas sabendo que também não terão ajuda e a cooperação para quando os problemas
surgirem.
Os casos mais prementes e problemas de gestão mais vulgares,
(infelizmente), são os atrasos nas cotas de condomínio e as despesas para a realização
de obras de manutenção de maior envergadura, quando implicam a renovação de telhados,
paredes e revestimentos exteriores e espaços comuns que se vão degradando coma
ação inexorável do tempo. Situação que irá acontecer nos próximos dezoito meses
no prédio onde habito, eu e mais trinta e nove condóminos, para que depois de
reunida pelo menos noventa por cento da verba do custo geral da obra, estas se possam
iniciar com normalidade. E é aqui que a angústia cresce e se sente no rosto de
todos nós. Aqueles que já estão atrasados nas cotas mensais, como vão fazer? Os
outros, (como eu) que têm os seus compromissos em dia, como vai ser mais um acréscimo
de encargos?
Difícil, muito difícil, para mais em dias como os que
vivemos, em constantes apertos financeiros, de um país que tem de retificar o
seu rumo numa União Europeia com regras iguais para ricos e pobres.
Outro ponto importante é a Justiça portuguesa que para
mediar casos de gestão de edifícios se tem revelado muito passiva e lenta! O
parque habitacional privado vai assim cada vez mais degradado e é triste ver
esta situação um pouco por todo o lado.
É ver a angústia e o nervoso, patente na cara das pessoas,
que sentem o perigo do seu reduto que é a Habitação e que poderá colocar em
risco a família e a sua estabilidade. Estas minhas palavras descrevem não
histórias da carochinha, mas bem reais em muitos sítios e que a serem mal
resolvidas podem acrescentar casos ainda mais graves na estabilidade das
Famílias portuguesas. Já nem falo das centenas de casas que são entregues aos
bancos por falta da capacidade financeira.
São estas a realidades ligadas á gestão dos Condomínios hoje
em dia. Tempos muito difíceis, repito eu!
E ainda por cima ouve-se um administrador de um banco a dizer
que temos de aguentar, porque os Sem-abrigo, também aguentam! Com mentalidades
destas, como irá ser?
Friday, January 25, 2013
AS PALAVRAS DE ANTÓNIO COSTA...
ESTE MEU TEXTO TRANSCRITO DAS AFIRMAÇÕES QUE ANTÓNIO COSTA, EDIL DE LISBOA, DISSE NO PROGRAMA DA SIC NOTICIAS DE HÁ DIAS...
PARTILHO INTEIRAMENTE O SEU RACICINIO E AFIRMAÇÕES. PORQUE É O QUE EU HÁ
MUITO TENHO COMO CERTO! SÓ A COBARDIA DOS NOSSOS POLITICOS ENCOSTADOS AO TACHO DA GOVERNAÇÃO, FAZEM DE CONTA DE QUE NÃO PASSA NADA!
MUITO TENHO COMO CERTO! SÓ A COBARDIA DOS NOSSOS POLITICOS ENCOSTADOS AO TACHO DA GOVERNAÇÃO, FAZEM DE CONTA DE QUE NÃO PASSA NADA!
ASSIM AQUI FICA PARA VOSSA ATENÇÃO:
"Comentadores e analistas políticos não têm a coragem de dizer o que disse António Costa, em menos de 3 minutos, ontem, no programa "quadratura do círculo".
E aqui está textualmente o que ele disse (transcrito manualmente):
(...) A situação a que chegámos não foi uma situação do acaso. A União Europeia financiou durante muitos anos Portugal para Portugal deixar de produzir; não foi só nas pescas, não foi só na agricultura, foi também na indústria, por ex. no têxtil. Nós fomos financiados para desmantelar o têxtil porque a Alemanha queria (a Alemanha e os outros países como a Alemanha) queriam que abríssemos os nossos mercados ao têxtil chinês basicamente porque ao abrir os mercados ao têxtil chinês eles exportavam os teares que produziam, para os chineses produzirem o têxtil que nós deixávamos de produzir.
E portanto, esta ideia de que em Portugal houve aqui um conjunto de pessoas que resolveram viver dos subsídios e de não trabalhar e que viveram acima das suas possibilidades é uma mentira inaceitável.
Nós orientámos os nossos investimentos públicos e privados em função das opções da União Europeia: em função dos fundos comunitários, em função dos subsídios que foram dados e em função do crédito que foi proporcionado. E portanto, houve um comportamento racional dos agentes económicos em função de uma política induzida pela União Europeia. Portanto não é aceitável agora dizer? podemos todos concluir e acho que devemos concluir que errámos, agora eu não aceito que esse erro seja um erro unilateral dos portugueses. Não, esse foi um erro do conjunto da União Europeia e a União Europeia fez essa opção porque a União Europeia entendeu que era altura de acabar com a sua própria indústria e ser simplesmente uma praça financeira. E é isso que estamos a pagar!
A ideia de que os portugueses são responsáveis pela crise, porque andaram a viver acima das suas possibilidades, é um enorme embuste. Esta mentira só é ultrapassada por uma outra. A de que não há alternativa à austeridade, apresentada como um castigo justo, face a hábitos de consumo exagerados. Colossais fraudes. Nem os portugueses merecem castigo, nem a austeridade é inevitável.
Quem viveu muito acima das suas possibilidades nas últimas décadas foi a classe política e os muitos que se alimentaram da enorme manjedoura que é o orçamento do estado. A administração central e local enxameou-se de milhares de "boys", criaram-se institutos inúteis, fundações fraudulentas e empresas municipais fantasma. A este regabofe juntou-se uma epidemia fatal que é a corrupção. Os exemplos sucederam-se. A Expo 98 transformou uma zona degradada numa nova cidade, gerou mais-valias urbanísticas milionárias, mas no final deu prejuízo. Foi ainda o Euro 2004, e a compra dos submarinos, com pagamento de luvas e corrupção provada, mas só na Alemanha. E foram as vigarices de Isaltino Morais, que nunca mais é preso. A que se juntam os casos de Duarte Lima, do BPN e do BPP, as parcerias público-privadas 16 e mais um rol interminável de crimes que depauperaram o erário público. Todos estes negócios e privilégios concedidos a um polvo que, com os seus tentáculos, se alimenta do dinheiro do povo têm responsáveis conhecidos. E têm como consequência os sacrifícios por que hoje passamos.
Enquanto isto, os portugueses têm vivido muito abaixo do nível médio do europeu, não acima das suas possibilidades. Não devemos pois, enquanto povo, ter remorsos pelo estado das contas públicas. Devemos antes exigir a eliminação dos privilégios que nos arruínam. Há que renegociar as parcerias público--privadas, rever os juros da dívida pública, extinguir organismos... Restaure-se um mínimo de seriedade e poupar-se-ão milhões. Sem penalizar os cidadãos.
Não é, assim, culpando e castigando o povo pelos erros da sua classe política que se resolve a crise. Resolve-se combatendo as suas causas, o regabofe e a corrupção. Esta sim, é a única alternativa séria à austeridade a que nos querem condenar e ao assalto fiscal que se anuncia."
Sunday, January 20, 2013
JÁ NÃO HÁ HEROIS...
Lance Amstrong, era para mim um verdadeiro campeão, por todos os motivos que conhecíamos: vencedor nato nas grandes provas europeias de Ciclismo, em especial o Tour de França. A sua imagem de atleta que sobrevive a um caso de cancro, que o ia colocando do lado de lá,(entenda-se morte física), grangeou-lhe uma imagem de lutador e vencedor...
Agora finalmente, confessa-se publicamente, afirmando aquilo que outros atletas o já tinham dito: Amstrong, dopava-se regularmente, para vencer a todo o custo nas provas em que tomava parte.
Para mim sendo uma grande desilusão, não me surpreende, porque o ciclismo "corre" muito nestas fronteiras iníquas da dopagem. Apenas fico triste e perplexo, porque Amstrong, arriscou toda uma carreira e uma imagem desportiva, que nunca mais vai conseguir repôr! Nem que volte a correr e vença sem "doping"!
Eu penso que ele não tem condições para voltar a competir! Para que os outros que andam a pedalar, façam também uma análise de comportamentos, que seja sempre pela verdade desportiva, porque se também andam nessa espiral de aldrabice e batota, então mais vale sairem a tempo!
Como digo em título, já parece não haver herois no Desporto Ciclista! É pena, é lamentável!
Tuesday, January 08, 2013
PORTUGAL, UM PAÍS DO MUNDO…
Outrora defenderia esta tese com orgulho e o amor-próprio de
quem se sente português, originário de gerações que se fixaram na Península
Ocidental, (dita Ibérica), e que por cá ficaram fazendo e construindo ao longo
dos séculos o que hoje se designa ainda por este rectângulo á beira-mar
plantado de seu nome Portugal

Que ética eles revelam, pela sua falta de eficácia
nas sua políticas governativas que nos ajudem a fazer do nosso Pais um local
onde se possa viver com gosto?
Não, não é uma lição da História que vos pretendo dar, mas
apenas reflectir um pouco sobre o que é sentir, ser Português nos dias de hoje
em pleno início do século XXI. Reflexões que me levam a conclusões muito
interessantes sobre os sentimentos de portugalidade, em plena eram da
Globalização!
No meu caso particular, tirando a estadia “obrigatória” de
vinte e sete meses em Angola, na altura nossa província ultramarina, no serviço
militar, emigrei para Moçambique em 1981 em trabalho em busca do que pensava
ser o melhor para mim e para aminha família, com um trabalho bem remunerado,
num pais de que eu gosto, embora tenha sido uma experiencia curta, aconteceu,
sendo esta a única, que tive ao longo da minha vida activa. Mas o que me surpreendeu após uma
reflexão retrospectiva, foi constatar o seguinte:

O meu Avô Paterno emigrou para a América nos anos 30 do
século passado e por lá ficou por vinte e cinco anos, tendo depois regressado Portugal.
O meu Avô Materno fez o mesmo na mesma altura, mas para o
Brasil, tendo por lá ficado em definitivo por ter entretanto falecido na cidade
maravilhosa do Rio de Janeiro.
O meu Pai, tal como eu, foi mobilizado em 1941 para Angola e
por lá esteve no serviço militar por dois anos.
O irmão do meu Pai e meu Padrinho, abalou para a Venezuela, tendo
mais tarde nos anos sessenta chamado a família para com ele lá permanecerem por
cerca de trinta anos. Um dos seus filhos e meu primo ainda se encontra nas
terras do Chávez…
Se for a referir meus Primos, Tios e Tias, posso citar
locais como, Iraque, Irão, Holanda, França, Bélgica, Alemanha… onde passaram
partes significativas das suas vidas. Uns regressaram. Outros não.

Todo este
historial familiar para dizer o quê?
Que não é de agora esta vertente emigratória e de movimentações
“portugas” para o estrangeiro e mundos já descobertos, (não e de relevar para o
caso a nossa saga dos Descobrimentos do século XV em diante), como se fala
quase diariamente nos nossos emigrantes nova geração que nos dias de hoje vão
aos milhares, “desertando” deste nosso Portugal atarantado á procura das suas novas
oportunidades, (não as do Sócrates) e muito justamente, só que saem ainda mais
zangados do que os nossos antepassados recentes e afirmando de viva voz a que
tão cedo não regressam a Portugal!
São estes dilemas que se colocam aos nossos Cidadãos, jovens
e menos jovens!
Que políticos temos nós e que governantes são, que nos
induzem a sair?
Será que não se preocupam estes sinais? Parece que não. Mas
eu acho que deveriam sim preocupar-se e muito, com esta autentica sangria de
recursos humanos e a maioria bem preparados em termos intelectuais. Com muita
massa crítica e formados com o nosso dinheiro, ou seja dos Contribuintes portugueses,
(aqueles que o fazem de verdade).
A mim causa-me uma certa amargura ver este cenário! Iremos
ainda a tempo de equilibrar este fluxo de gente? Tenho dúvidas e oxalá me
engane!
Friday, January 04, 2013
ESTE PAÍS NÃO É PARA VELHOS… NEM PARA JOVENS, VERSÃO DO P.P.C.
Por muitas voltas que
se deiam, qualquer cidadão avisado e consciente, sente-se incomodado, enojado,
com este caminhar das coisas cá no burgo português (ainda).
Os outros que preferem
ignorar, fazer de conta que “no passa nada”, vão (sobre) vivendo na ilusão de
que o temporal irá terminar, ou então que nunca aconteceu.
A estes últimos
relembro que os tempos não estão para a demissão das nossas responsabilidades
cívicas. Eu estou pronto para tudo. Para a paz ou para a guerra!
Dou um exemplo: após as
tropelias feita pelo Governo no ano 2012,”confiscando”; (para não dizer outra
palavra mais desagradável), as remunerações devidas aos Funcionários Públicos e
Pensionistas, deste País mudo e quedo, e que foi que fez o TC?
Consideraram o acto anticonstitucional,
mas ao mesmo tempo, como fez Pilatos com Jesus Cristo, lavaram as suas mãos e
decretaram para 2012, (que não podia fazer nada pelo motivo da paz social e
politica)!
Entre a raiva a decepção
tivemos de engolir estas doutas palavras. O que fez o Governo e o seu PM?
Afirmou logo de seguida que se não fosse desta maneira haveriam de arranjar
outra para sacar os dinheiros dos Cidadãos!
E cá estão eles os
nossos (in) governantes, outra vez no O.E. de 2013 a repetirem a graça com
ligeiras alterações, abrangendo agora os Privados, numa “aparente” equidade de
esforços a bem na Nação, como se dizia no tempo do Salazarismo! Desta vez o PR
Cavaco enviou para o TC, após a sua promulgação (?), o OE, para o Tribunal
Constitucional, para uma fiscalização sucessiva e em especial nas três alíneas
que versam mesma matéria do defunto ano de 2012.
O que acham que vai
acontecer? O TC, vai repetir a receita de 2012. Não vai haver coragem para que
a decisão mais justa, que seria impedir de vez o roubo aos Cidadãos das suas
remunerações, (sejam salários ou pensões), aconteça o que acontecer e em nome
do equilíbrio das contas públicas e da Paz Social, vai aceitar este esbulho
quase criminoso.
Por isso é que eu digo
que devíamos andar zangados, revoltados e prontos para enfrentar mudanças
fortes neste Portugal de faz de conta.
E é só esperar uns
tempos até o TC ditar a sua sentença ou parecer, para se iniciar um ciclo de
lutas pelos direitos de cada português. Estarei pronto para aplaudir ou vaiar o
que acontecer. A ver vamos…
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